Imagine dedicar anos à sua formação, conquistar um doutorado, estudar por meses e finalmente viajar para assumir o cargo dos seus sonhos: Professor Federal do Ensino Básico, Técnico e Tecnológico (EBTT). Não era apenas um concurso era a chance de uma carreira estável, vitalícia e com remuneração inicial acima de R$ 10.000,00. Para o nosso cliente, pessoa com deficiência (PCD), essa oportunidade significava realização pessoal, segurança financeira e reconhecimento acadêmico.
Ele embarcou com tudo pronto para esse novo capítulo. Mas a companhia aérea falhou e falhou onde não podia.
O primeiro voo atrasou. A prioridade no desembarque, garantida por lei, foi ignorada.
Mesmo tentando correr para a conexão, foi impedido de embarcar enquanto o avião ainda estava no solo. A prova aconteceu sem ele.
Dias depois, veio o golpe final. No resultado do concurso, para a vaga específica dele (Engenharia Agronômica – cota PCD), nenhum candidato foi aprovado.
A cadeira ficou vazia. E saber disso doeu porque ele tinha totais condições de ocupar aquele cargo. Aquela oportunidade era real. Foi perdida não por falta de preparo, mas por falha operacional da companhia aérea.
Quando ele nos procurou, não trazia apenas um transtorno de viagem. Trazia um projeto de vida interrompido.
Levamos o caso ao Tribunal de Justiça de Minas Gerais e mostramos, de forma técnica e humana, que não se tratava de um mero aborrecimento. A Desembargadora Relatora reconheceu a gravidade extrema da situação e majorou a indenização.
Resultado:
A companhia aérea foi condenada a pagar R$ 37.000,00 ao nosso cliente R$ 30 mil por danos morais e pela Perda de uma Chance, além de juros e correções.
Para ele, não foi apenas uma vitória judicial.
Foi a validação de que seu esforço e seu sonho mereciam respeito.
Teve um problema parecido ou acredita que a companhia aérea prejudicou uma oportunidade importante na sua vida?
Nossa equipe pode ajudar você também.
